7 dicas para treinar o Firewall Humano

Com a alta dos ataques hackers, treinar as pessoas é um dos segredos para garantir que as empresas tenham o sistema de segurança fortalecido .

São Paulo, abril de 2021 – Os últimos meses colocaram em primeiro plano a preocupação das empresas com segurança cibernética. A discussão ganhou holofotes e mais investimento em meio a um crescimento de ataques hackers. De acordo com os dados da Canalys, os ataques cibernéticos ocorridos em 2020, foram maiores do que nos últimos 15 anos.

E é diante desse cenário, que o treinamento do Firewall humano se torna indispensável.

Os firewalls humanos são importantes, pois podem ajudar a prevenir grandes ataques cibernéticos. Embora sejam a última linha de defesa, é necessário treiná-los bem e garantir que estejam altamente vigilantes”, explica Diego Vaz, diretor de cibersegurança da Claranet Brasil.

A importância dessa camada humana adicional de proteção reside no fato de que muitas violações são causadas por erros dos colaboradores. Estudos apontam que 25% dos ataques hackers bem-sucedidos são causados ​​por descuido ou erros simples. O software também comete erros, às vezes permitindo mensagens de phishing ou denunciando comunicações reais. Portanto, acredita-se que o ser humano vigilante pode ver falhas de software de riscos potenciais e pode evitar que tais erros sejam cometidos.

Veja as dicas do executivo para treinar o Firewall humano:

  1. Simplifique o processo: É importante ter políticas de segurança extensas e detalhadas, que cobrem tudo, desde a criação de senhas até os dispositivos móveis, porém faça com que seu firewall humano se concentre em fortalecer alguns pontos fracos de cada vez;
  2. Aposte na educação: O treinamento do firewall humano deve ser realizado de forma constante, a fim de se criar uma conscientização da importância de seu trabalho na proteção dos dados da empresa;
  3. Incentive as pessoas: Criar ambientes para trabalho em equipe, ajuda a aumentar na identificação mais rápida de e-mails phishing e acelera a disseminação de suas informações para toda a empresa. Incentivar os colaboradores por meio de crowdsourcing e gamificação é uma alternativa para engajar toda a equipe;
  4. Inclua todos: Fazer com que todos os colaboradores, independentemente do nível hierárquico, se sintam responsáveis pela segurança da empresa;
  5. Mantenha-o Humano: Aqueles que participam devem fazer o melhor para ajudar outras pessoas com questões de segurança cibernética, ajudando assim a mudar a cultura e o comportamento. Evite tratar as pessoas como engrenagens de uma máquina;
  6. É importante vigiar: Hackers e invasores não descansam e não perdem a chance de burlar os sistemas de segurança das empresas, afinal de contas, eles são movidos por desafios. Por este motivo, a vigilância deve ser constante e permanente. Fazer testes periódicos com os colaboradores, ajudam a manter o nível de atenção sempre alto;
  7. Evolução constante: Novas formas de ataques são realizadas todos os dias por hackers no mundo todo. Estar atento a estas movimentações e acrescentar novas práticas na defesa da empresa, é dever do firewall humano, que precisa avisar quando encontrar alguma atividade suspeita.

Um firewall humano é uma camada importante na defesa da fortaleza contra ataques cibernéticos ou invasores insidiosos de qualquer tipo. “Trabalhando juntos, eles podem identificar ameaças, bem como evitar violações de dados ou mitigar danos. Comece a construir seu firewall humano hoje!”, finaliza Diego.

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