Business Continuity na Nuvem

A aposta em processos de Business Continuity para contornar períodos de incerteza, originados por desastres ou problemas tecnológicos graves, pode fazer toda a diferença nos negócios de uma empresa. No entanto, temos diversas opções disponíveis para assegurar a continuidade das operações.

Os atuais departamentos de TI estão sob constante pressão para implementar novas tecnologias que façam o negócio crescer e, ao mesmo tempo, que garantam a segurança dos dados críticos, aplicações e processos em funcionamento 24x7.

Diante dos desafios diários de gerenciar toda a infraestrutura, é expectável que os processos de continuidade de negócio (Business Continuity) passem para segundo plano. No entanto, a falta de preparação na ocorrência de desastres tecnológicos ou naturais que impactem o negócio, podem levar a graves problemas financeiros.

Com as plataformas de Cloud já com provas dadas na resposta às necessidades do negócio, esta será uma opção lógica na garantia à sua continuidade. A abordagem que deve ser considerada tem que ser sempre analisada de acordo com a realidade de cada empresa, embora a grande maioria das organizações que têm as suas infraestruturas on premise ou em datacenters locais, estejam de acordo com uma abordagem de conceito híbrido. Ou seja, tanto nos casos em que as empresas mantêm a sua Cloud Privada local, e fazem uma extensão para a Cloud Pública, como através da redistribuição de workloads, utilizando serviços de backup, disaster recovery ou mesmo outros, como cybersecurity.

Quanto à garantia de continuidade de negócio num sentido mais direto, as opções disponíveis nos principais Cloud Providers e nos seus parceiros tecnológicos são várias, embora se possam resumir em três abordagens principais:

  • Backup – Tem sido, para muitos, a porta de entrada na estratégia de transformação digital, permitindo a redução de custos de armazenamento e de gestão de operação e sistemas, bem como a garantia de proteção contra ataques de ransomware e uma capacidade de crescimento dos dados praticamente ilimitada.
  • Alta-Disponibilidade – Permite salvaguardar o tempo mínimo de quantidade de informação que é tolerável perder (RPO - Recovery Point Objetive) e o tempo mínimo que as operações levam a voltar ao normal (RTO - Recovery Time Objetive), através de um sincronismo, em tempo real, entre os dados que estão sendo gerados através das aplicações.
  • Disaster Recovery – Não sendo um substituto do backup, permite de uma forma menos onerosa garantir a continuidade da operação, através de uma plataforma que não gera custos significativos do ponto de vista de computação de forma contínua, mas permite, de forma eficaz, a substituição dos sistemas produtivos no caso de desastre – seja ele em infraestruturas (ex: falha de servidores), Datacenters (ex: falha de energia) ou de âmbito geográfico (ex: desastre natural).

Independentemente do local onde os dados se encontram, é muito importante adotar uma estratégia de Business Continuity. Só desta forma será possível garantir a continuidade das operações, mediante a sua criticidade e a forma como podem realmente impactar o negócio.

Escrito por Pedro Teixeira - Cloud Sales Specialist
Mais de 10 anos de experiência e comprovado sucesso em vendas de soluções e gestão de clientes. É reconhecido por manter forte relacionamento com parceiros e ajudar clientes a desenvolverem seus negócios.

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